SOUL

O último filme da Pixar teve uma petição em Portugal para regravar a dobragem. Numa película marcada pela diversidade, a sua representatividade não foi contemplada na construção da versão portuguesa. O Público tem um artigo muito completo sobre o tema que pode ser lido aqui. Nos EUA, a Pixar envidou esforços para apresentar um trabalho representativo, neste artigo, o New York Times reflecte sobre a sua importância face ao panorama actual.

Enquanto objecto artístico, “Soul” é um filme brilhante. Destacamos esta peça em que o New York Times explora a abordagem da animação ao universo do Jazz. Atenção também ao The Guardian, que publicou uma reflexão sobre a presença da morte nas produções da Pixar